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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Lançado o livro “Sociologia: Trabalho – Ciência – Cultura – Diversidade”, Editora CirKula, 2013.
O livro “Sociologia: Trabalho – Ciência – Cultura – Diversidade” é composto de uma coletânea de textos sobre os mais diversos temas sociológicos. O presente livro tem sua gênese no trabalho desenvolvido por pesquisadores que atuam junto ao Laboratório Virtual e Interativo de Ciências Sociais (LAVIECS-UFRGS), e pretende ser uma referência importante para o ensino de sociologia em diferentes níveis, desde a graduação até a pós-gradação. O volume aborda diversos temas fundamentais da sociologia, retomando discussões clássicas e contemporâneas: teoria e método nas perspectivas clássicas da sociologia; estratificação e desigualdade social; trabalho e sindicalismo; globalização e novas tecnologias; ciência, tecnologia e inovação; cultura, etnocentrismo e relativismo cultural; cultura de massa e consumo; educação e diversidade; políticas de Estado e direitos sociais; políticas públicas e a inclusão social. Neste livro, se fazem presentes uma série de textos já publicados em dois livros anteriores, já esgotados, lançados, ainda em 2013 pelo LAVIECS com o apoio do MEC-FNDE. Alguns textos estão na sua versão original, outros, retornaram aos autores e sofreram atualizações.
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sábado, 30 de outubro de 2010
Lançamento do Livro "Sociologia e Administração: relações sociais nas organizações", pela Editora Elsevier

Este livro foi pensado para suprir as necessidades de um curso completo de Sociologia aplicada à Administração, percorrendo um amplo espectro de temas clássicos e contemporâneos. Com o intuito de oferecer a professores e alunos uma obra que contemplasse conteúdos que consideramos essenciais ao tratamento do tema, convidamos professores de outras instituições a colaborarem com este livro, apresentando, assim, um rico e diversificado conjunto de visões, nem sempre convergentes, mas por isso mesmo, valioso.
No capítulo “Marx, Weber e Durkheim: Quadro comparativo sobre o pensamento dos autores clássicos da sociologia”, Daniel Gustavo Mocelin e Lucas Rodrigues Azambuja, elaboraram um quadro que apresenta de forma geral e sumária as abordagens dos autores clássicos da sociologia, propondo facilitar de forma didática a “comparação” entre os autores. No texto também definimos o conceito de dialética do pensamento, que pode ser aplicado a qualquer autor. Como trata-se de uma quadro síntese, cabe ao leitor, segundo o seu interesse pessoal, buscar as especificidades referentes aos autores e às temáticas mencionadas, a partir de leitura dos textos originais ou interpretações, bem como cabe ao leitor articular as dimensões do quadro (expressa nas linhas), e construir uma reflexão combinada com as colunas, compreendendo as questões de maneira integrada. Longe de ser “reducionista”, o quadro propõe ser um guia temático e prático, expondo as abordagens de forma introdutória, portanto, sintética. O quadro pode ser lido tanto no sentido vertical, quanto no sentido horizontal, bem como focalizando os tópicos específicos. Os elementos presentes nas linhas e colunas podem ser lidos independentemente, mas também em conjunto, pois se implicam reciprocamente. Muitas explicações sobre uma dimensão poderá estar em outra. A primeira linha do quadro apresenta o contexto histórico comum aos três autores, destacando eventos e processos simultâneos que caracterizaram o ambiente de influência e o objeto de interpretação dos três clássicos. A partir da segunda linha definimos o contexto mais restrito a cada um dos autores, delimitando as condições históricas mais singulares de importante influência no pensamento de cada um dos autores; a influência intelectual, filosófica e teórico-metodológica; o foco de análise e objetos de investigação; a concepção de ciência e a de conhecimento social; a relação entre sociedade e indivíduo; a visão da história; as idéias importantes, dando destaque aos principais postulados teóricos; a noção de mercado; a metodologia, destacando, respectivamente a denominação do método e os procedimentos metodológicos sugeridos pelos autores para a apreensão da realidade social; a ideia da divisão do trabalho social; as inclinações políticas; e as principais obras dos autores, referindo o ano de sua produção.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Lançamento do Livro "Sociologia e Administração: relações sociais nas organizações", pela Editora Elsevier

No referido livro apresentamos um capítulo que sintetiza e compara aspectos do pensamento dos autores clássicos da sociologia.
MOCELIN, Daniel Gustavo, AZAMBUJA, Lucas Rodrigues. Marx, Weber e Durkheim: Quadro comparativo sobre os autores clássicos da Sociologia. IN: PICCININI, Valmíria Carolina, ALMEIDA, Marilis Lemos de, OLIVEIRA, Sidinei Rocha de. Sociologia e Administração: Relações sociais nas organizações. 1ª ed. São Paulo: Campus/Elsevier, 2010. p. 32-42. (em impressão, lançamento em novembro de 2010)
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Eis el educandário de la revolución
Apresento abaixo uma etnografia visual que recentemente realizei pelas bandas da Faculdad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires, Argentina, durante minha participação no Congresso Latinoamericano de Sociologia - ALAS, de 30 de agosto a 5 de setembro de 2009. Será que o ambiente de investigação direciona (condiciona) a resolução das problemáticas de pesquisa?















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sábado, 22 de maio de 2010
¿Del trabajo precario al trabajo decente?

MOCELIN, Daniel Gustavo. ¿Del trabajo precario al trabajo decente? La calidad del empleo como perspectiva analítica. Revista Nova Tesis - Derecho Laboral y Relaciones del Trabajo (ARTRA) (ISSN 1851-085X). Buenos Aires: Nova Tesis, 2008. pp. 133-153.
Concorrência e alianças entre pesquisadores
O ensaio analisa uma dimensão do desenvolvimento da ciência no Brasil sob a perspectiva dos atores sociais, examinando de que forma os grupos de pesquisa caracterizam-se como estratégias dos pesquisadores na tentativa de superar a crescente competição no campo científi co no Brasil. Na última década do século XX, houve uma expressiva expansão dos grupos de pesquisa, que continuou nos anos 2000. Argumenta-se que essa expansão estaria vinculada à ampliação da concorrência no ambiente científi co e à recorrência da constituição de alianças entre os pesquisadores, organizados em grupos, para melhor participarem da distribuição de recursos (de capital fi nanceiro ou mesmo simbólico), bem como para melhor ocupar espaços na “comunidade científica”.
Na última década do século XX, a “comunidade científi ca” no Brasil foi marcada por expressiva expansão de grupos de pesquisa, que continuou ocorrendo nos anos 2000. A formação de grupos de pesquisa está vinculada a uma série de aspectos, entre os quais pode se destacar a alocação e a escassez de recursos para a pesquisa; a obrigatoriedade da inscrição dos pesquisadores, por parte das instituições de fomento à pesquisa, em grupos de pesquisa, sob a pena de não poderem participar da distribuição dos recursos; a livre formação de equipes compostas por um pesquisador e estudantes de graduação e pós-graduação; a afinidade temática; e, até mesmo, os jogos de interesse. Sem negar nenhuma dessas explicações, mas, complementando esse leque de determinantes, sugere-se, neste estudo, que a expansão da formação de grupos de pesquisa é mais uma dimensão para explicar esse contexto, pois esse fenômeno está vinculado à ampliação da concorrência no ambiente científico e à recorrência da organização em grupos de pesquisa e da constituição de alianças entre os pesquisadores, em torno dos grupos de pesquisa, para melhor participarem da distribuição de recursos, sejam estes de capital financeiro ou mesmo simbólico.
Na última década do século XX, a “comunidade científi ca” no Brasil foi marcada por expressiva expansão de grupos de pesquisa, que continuou ocorrendo nos anos 2000. A formação de grupos de pesquisa está vinculada a uma série de aspectos, entre os quais pode se destacar a alocação e a escassez de recursos para a pesquisa; a obrigatoriedade da inscrição dos pesquisadores, por parte das instituições de fomento à pesquisa, em grupos de pesquisa, sob a pena de não poderem participar da distribuição dos recursos; a livre formação de equipes compostas por um pesquisador e estudantes de graduação e pós-graduação; a afinidade temática; e, até mesmo, os jogos de interesse. Sem negar nenhuma dessas explicações, mas, complementando esse leque de determinantes, sugere-se, neste estudo, que a expansão da formação de grupos de pesquisa é mais uma dimensão para explicar esse contexto, pois esse fenômeno está vinculado à ampliação da concorrência no ambiente científico e à recorrência da organização em grupos de pesquisa e da constituição de alianças entre os pesquisadores, em torno dos grupos de pesquisa, para melhor participarem da distribuição de recursos, sejam estes de capital financeiro ou mesmo simbólico.
Organização social e movimentos sociais rurais

Organizado no formato de manual, este livro reúne os conteúdos da disciplina Organização Social e Movimentos Sociais Rurais (DERED006) oferecida no segundo módulo do curso de graduação tecnológica na modalidade a distancia planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural (PLAGEDER) da UFRGS. Partindo do pressuposto que a sociedade em que vivemos é complexa e dinâmica, este livro busca, através de conceitos teóricos, como estratificação social, atores sociais, organizações sociais e movimentos sociais, proporcionar elementos para uma reflexão acerca do desenvolvimento rural, da organização da vida social, bem como da operacionalização de estratégias de transformação da realidade.
Referência Bibliográfica
GEHLEN, Ivaldo; MOCELIN, Daniel Gustavo (orgs). Organização social e movimentos sociais rurais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. 96 p. (Série Educação a Distância)
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Analisando a mudança tecnológica e a qualidade do emprego

MOCELIN, Daniel Gustavo. Mudança tecnológica e qualidade do emprego nas telecomunicações. Sociologias, Ano 12, n° 23, jan/abr, 2010, p. 304-339.
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Qualidade do emprego na sociedade informacional

MOCELIN, Daniel Gustavo. Melhores empregos para uma nova geração de trabalhadores? Trabalho e qualidade do emprego na sociedade informacional. IN: GUIMARÃES, Sônia M. K. (Org.). Trabalho, emprego e relações laborais em setores intensivos em conhecimento: Brasil, México e Canadá. 1ª Edição. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009a. (p. 21-54)
O livro foi lançado na feira do Livro de Porto Alegre, em 2 de novembro de 2009, pelos autores Luís Fernando Santos Corrêa da Silva, Sônia Guimarães e Daniel Gustavo Mocelin.
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Trabajo y capitalismo entre siglos en Latinoamérica

MOCELIN, Daniel Gustavo. Aspectos da terceirização nas telecomunicações: complexificação de uma empresa terceirizada no Rio Grande do Sul IN: BIALAKOWSKY, Alberto L.; PARTIDA, Raquel; ANTUNES, Ricardo; CARRILLO, Jorge; COSTA, María I.; JINKINGS, Nise; SUPERVIELLE, Marcos (Coordinadores). Trabajo y capitalismo entre siglos en Latinoamérica. El trabajo entre la perennidad y la superfluidad (Tomo II). Guadalajara Jalisco, México: Universidad de Guadalajara, 2009b. (477p.) (p. 115-138)
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